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04
07
2021

Quais são os principais riscos para PME's no cenário atual?

Tag
logística

Atualmente, as pequenas e médias empresas, também conhecidas por pme’s,  correspondem a uma parcela significativa do mercado de trabalho brasileiro.

Em 2019, antes da pandemia, as PMEs representavam 30% do produto interno brasileiro, o PIB. Outro dado importante indica que, 75% dos empregos formais gerados em janeiro de 2020, foram através de micro e pequenas empresas.

Os dados do Sebrae indicam também que as PMEs são responsáveis por 70% da geração de renda dos brasileiros. Por ser uma parcela importante do mercado brasileiro, é essencial pensar em cibersegurança e proteção dos dados.

Entenda quais são os riscos para PME’s no cenário atual

Quando o assunto é pequenas e médias empresas, outra pesquisa, realizada em 2020, apontou que metade das PMEs da América Latina sofreram com vazamentos de dados.

Esta é uma urgência a ser trabalhada inclusive por grandes empresas. Com os impactos causados pela crise do Covid-19, houve uma transformação imediata de serviços e rotinas, aumentando as vulnerabilidades e os riscos de ataques.

Dessa forma, para ofertar soluções, é necessário conhecer os problemas de segurança mais presentes na operação de pequenas e médias empresas, confira:

Redes inseguras

Redes inseguras é um dos maiores problemas de segurança enfrentados pelas pequenas e médias empresas. 

As redes de computadores são estruturas físicas (equipamentos) e lógicas (programas, protocolos) que tornam possível que dois ou mais computadores consigam compartilhar suas informações entre si.    

Para o funcionamento das empresas, a rede é parte essencial de qualquer negócio. 

Afinal, através dela, é possível alcançar os dados e informações de uma organização.

As vulnerabilidades em uma rede ocorrem sobretudo pela ausência de controle de acessos, falta de monitoramento e equipamentos inseguros ligados a ela.

Dessa forma, vale apontar que, hoje, boa parte dos crimes cibernéticos ocorridos em PMEs, como vazamento, sequestro de dados, falsificação de conta e interrupção dos sistemas, ocorrem através da exploração de redes inseguras.

Falhas no monitoramento de acessos

O cenário em que existe ausência de monitoramento e controle de acessos, é ideal para exploração de falhas e propagação de infecções na rede corporativa.

Assim, muitos gestores acabam se distraindo nos boatos de que a necessidade de monitorar atividades e gerar indicadores é voltada apenas para as grandes corporações. Isso não é verdade. Tanto que, uma das repercussões é uma quantidade enorme de operações com sistemas vulneráveis passando despercebidas.

Sem um controle de acesso e uma gestão de privilégios, fica muito difícil encontrar as ameaças, deixando o caminho livre para os cibercriminosos fazerem o que bem entenderem.

Senhas vulneráveis

As senhas são problemas, principalmente, para uma equipe de colaboradores, gestores e, por vezes, até profissionais de TI. A maioria das empresas de pequeno e médio porte tendem a negligenciar a importância de manter um gerenciamento de senhas seguras.

Por outro lado, são muitas ações imprudentes envolvendo senhas, desde anotá-las em um post-it ou no bloco de notas do computador; até utilizar uma senha padrão para os acessos de todos os serviços.

Quando um negócio, no mercado moderno, possui senhas vulneráveis, seja dos seus sistemas ou nos acessos de seus colaboradores, está somente facilitando o trabalho dos crackers.

Tecnologia na logística para gestão de riscos de PME’s

Diante da importância de proteger dados, até a logística é impactada positivamente com as novas soluções. Como desenvolver uma gestão de riscos eficaz?

O próprio nome já diz, quase tudo o que você precisa saber sobre gestão de risco

Basicamente, risco é tudo que for incerto e que, ao passar do tempo, pode causar impactos negativos no resultado final da sua empresa. Qualquer coisa que possa ameaçar o objetivo final é um risco.

E, tendo conhecimento desse risco, você pode criar uma estratégia para prevenir essa situação. Com base numa análise do panorama, você consegue ter uma ideia do impacto real dessa ameaça no seu negócio. Dessa forma, a partir dessa análise, você pode tomar as medidas cabíveis para neutralizar ou diminuir o impacto da ameaça nos seus resultados.

Diferenças entre Gestão de Crise e Gestão de riscos 

Apesar da semelhança dos conceitos, há diferenças importantes entre eles. 

Enquanto a gestão de risco é um processo no qual a empresa identifica os fatores que podem ser uma ameaça futura, por outro lado, a gestão de crise trabalha com soluções caso a crise de fato aconteça. Ou seja: a gestão de risco é a parte da gestão de crise que traz o plano de ação para combater a crise. O gestor de crise – ou o dono do negócio – vai aplicar todos os procedimentos feitos com base na gestão de risco já planejada para controlar a crise. 

No final, a Gestão de Riscos e a Gestão de Crise acabam por se complementarem. O trabalho bem realizado de uma gestão de riscos facilita e muito o trabalho de controle de um gestor de crise. 

Vamos a um exemplo para ficar mais claro, a pandemia do Coronavírus (COVID-19), talvez, se antes de tudo tivéssemos observado o movimento da China e nos preparado, é provável que nada precisaria ser feito às pressas, no desespero que estamos presenciando, que é o cenário de grande parte das empresas hoje.

E mesmo que isso não tenha sido feito, já passamos outros momentos de crise econômica, como em 2010, quando começaram os reflexos da crise norte-americana no Brasil. Foi um momento bastante desafiador. Infelizmente, é provável que outras crises apareçam ao longo do tempo. O que só reafirma a necessidade de saber fazer boa gestão de riscos e de crise. 

Pier 8: muito além da Gestão de Riscos

A logística terceirizada consiste na contratação de uma (ou mais) empresas parceiras, que serão responsáveis pela execução de determinadas rotinas do seu negócio.

É comum que essa prática seja adotada em rotinas de distribuição (realizada por transportadoras), ou mais ampla, compreendendo também as áreas de recebimento, estoque e expedição (realizada por operadores logísticos).

Dessa forma, para que ela seja adotada, é necessário contar com parceiros logísticos que tenham valores semelhantes e que, sobretudo, firmam compromisso com o objetivo da sua empresa. Portanto, é uma relação que vai muito além de fornecer serviços. Nesse sentido, ela busca aprimorar os resultados, por meio da contribuição com conhecimento de mercado, tecnologia e ativos.

A Pier 8 tem soluções em logística para seu negócio. Preencha o formulário, estamos ansiosos por sua parceria! 





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Quais são os principais riscos para PME's no cenário atual?

Atualmente, as pequenas e médias empresas, também conhecidas por pme’s,  correspondem a uma parcela significativa do mercado de trabalho brasileiro.

Em 2019, antes da pandemia, as PMEs representavam 30% do produto interno brasileiro, o PIB. Outro dado importante indica que, 75% dos empregos formais gerados em janeiro de 2020, foram através de micro e pequenas empresas.

Os dados do Sebrae indicam também que as PMEs são responsáveis por 70% da geração de renda dos brasileiros. Por ser uma parcela importante do mercado brasileiro, é essencial pensar em cibersegurança e proteção dos dados.

Entenda quais são os riscos para PME’s no cenário atual

Quando o assunto é pequenas e médias empresas, outra pesquisa, realizada em 2020, apontou que metade das PMEs da América Latina sofreram com vazamentos de dados.

Esta é uma urgência a ser trabalhada inclusive por grandes empresas. Com os impactos causados pela crise do Covid-19, houve uma transformação imediata de serviços e rotinas, aumentando as vulnerabilidades e os riscos de ataques.

Dessa forma, para ofertar soluções, é necessário conhecer os problemas de segurança mais presentes na operação de pequenas e médias empresas, confira:

Redes inseguras

Redes inseguras é um dos maiores problemas de segurança enfrentados pelas pequenas e médias empresas. 

As redes de computadores são estruturas físicas (equipamentos) e lógicas (programas, protocolos) que tornam possível que dois ou mais computadores consigam compartilhar suas informações entre si.    

Para o funcionamento das empresas, a rede é parte essencial de qualquer negócio. 

Afinal, através dela, é possível alcançar os dados e informações de uma organização.

As vulnerabilidades em uma rede ocorrem sobretudo pela ausência de controle de acessos, falta de monitoramento e equipamentos inseguros ligados a ela.

Dessa forma, vale apontar que, hoje, boa parte dos crimes cibernéticos ocorridos em PMEs, como vazamento, sequestro de dados, falsificação de conta e interrupção dos sistemas, ocorrem através da exploração de redes inseguras.

Falhas no monitoramento de acessos

O cenário em que existe ausência de monitoramento e controle de acessos, é ideal para exploração de falhas e propagação de infecções na rede corporativa.

Assim, muitos gestores acabam se distraindo nos boatos de que a necessidade de monitorar atividades e gerar indicadores é voltada apenas para as grandes corporações. Isso não é verdade. Tanto que, uma das repercussões é uma quantidade enorme de operações com sistemas vulneráveis passando despercebidas.

Sem um controle de acesso e uma gestão de privilégios, fica muito difícil encontrar as ameaças, deixando o caminho livre para os cibercriminosos fazerem o que bem entenderem.

Senhas vulneráveis

As senhas são problemas, principalmente, para uma equipe de colaboradores, gestores e, por vezes, até profissionais de TI. A maioria das empresas de pequeno e médio porte tendem a negligenciar a importância de manter um gerenciamento de senhas seguras.

Por outro lado, são muitas ações imprudentes envolvendo senhas, desde anotá-las em um post-it ou no bloco de notas do computador; até utilizar uma senha padrão para os acessos de todos os serviços.

Quando um negócio, no mercado moderno, possui senhas vulneráveis, seja dos seus sistemas ou nos acessos de seus colaboradores, está somente facilitando o trabalho dos crackers.

Tecnologia na logística para gestão de riscos de PME’s

Diante da importância de proteger dados, até a logística é impactada positivamente com as novas soluções. Como desenvolver uma gestão de riscos eficaz?

O próprio nome já diz, quase tudo o que você precisa saber sobre gestão de risco

Basicamente, risco é tudo que for incerto e que, ao passar do tempo, pode causar impactos negativos no resultado final da sua empresa. Qualquer coisa que possa ameaçar o objetivo final é um risco.

E, tendo conhecimento desse risco, você pode criar uma estratégia para prevenir essa situação. Com base numa análise do panorama, você consegue ter uma ideia do impacto real dessa ameaça no seu negócio. Dessa forma, a partir dessa análise, você pode tomar as medidas cabíveis para neutralizar ou diminuir o impacto da ameaça nos seus resultados.

Diferenças entre Gestão de Crise e Gestão de riscos 

Apesar da semelhança dos conceitos, há diferenças importantes entre eles. 

Enquanto a gestão de risco é um processo no qual a empresa identifica os fatores que podem ser uma ameaça futura, por outro lado, a gestão de crise trabalha com soluções caso a crise de fato aconteça. Ou seja: a gestão de risco é a parte da gestão de crise que traz o plano de ação para combater a crise. O gestor de crise – ou o dono do negócio – vai aplicar todos os procedimentos feitos com base na gestão de risco já planejada para controlar a crise. 

No final, a Gestão de Riscos e a Gestão de Crise acabam por se complementarem. O trabalho bem realizado de uma gestão de riscos facilita e muito o trabalho de controle de um gestor de crise. 

Vamos a um exemplo para ficar mais claro, a pandemia do Coronavírus (COVID-19), talvez, se antes de tudo tivéssemos observado o movimento da China e nos preparado, é provável que nada precisaria ser feito às pressas, no desespero que estamos presenciando, que é o cenário de grande parte das empresas hoje.

E mesmo que isso não tenha sido feito, já passamos outros momentos de crise econômica, como em 2010, quando começaram os reflexos da crise norte-americana no Brasil. Foi um momento bastante desafiador. Infelizmente, é provável que outras crises apareçam ao longo do tempo. O que só reafirma a necessidade de saber fazer boa gestão de riscos e de crise. 

Pier 8: muito além da Gestão de Riscos

A logística terceirizada consiste na contratação de uma (ou mais) empresas parceiras, que serão responsáveis pela execução de determinadas rotinas do seu negócio.

É comum que essa prática seja adotada em rotinas de distribuição (realizada por transportadoras), ou mais ampla, compreendendo também as áreas de recebimento, estoque e expedição (realizada por operadores logísticos).

Dessa forma, para que ela seja adotada, é necessário contar com parceiros logísticos que tenham valores semelhantes e que, sobretudo, firmam compromisso com o objetivo da sua empresa. Portanto, é uma relação que vai muito além de fornecer serviços. Nesse sentido, ela busca aprimorar os resultados, por meio da contribuição com conhecimento de mercado, tecnologia e ativos.

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