Inscreva-se e receba nossos artigos

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form.
16
04
2021

O que é Big Data na logística?

Tag
logística

O conceito de Big Data está presente no mercado é um dos termos relacionados à tecnologia de informação mais importantes da atualidade. As empresas têm recorrido ao programa big data para obter fontes confiáveis de dados, que podem ser utilizados na formulação de estratégias para melhorar o desempenho. 

O big data é considerado hoje o principal integrador de informações. Para a logística, a aplicação se refere a conectar de forma automática as informações de venda para que o processo de separação de materiais e expedição dos pedidos seja mais rápido.

E mais, com o registro de todo o processo, estatísticas podem ser criadas, possibilitando assim verificar, por exemplo, qual produto mais saiu do estoque em determinado período, o que ajuda no planejamento de compra de matéria-prima.

O que é Big Data na logística? 

Uma coisa é certa, mesmo que você não tenha conhecimento aprofundado de como o big data pode ser utilizado no cotidiano, é bem provável que já tenha visto a ferramenta em ação. Por exemplo, sabe aqueles anúncios em sites visitados que demonstram outros produtos que foram pesquisados anteriormente? 

Pois bem, esse é um dos usos mais simples para os dados coletados online.

O próprio já sugere uma definição, Big Data é uma grande massa de dados coletados provenientes de inúmeras fontes, principalmente da internet. A sua utilização tem o objetivo de melhorar a gestão e a performance de negócios no segmento logístico. O seu funcionamento depende de 5 pilares ou 5 V’s:

  1. volume: está relacionada a captura de um amplo volume de dados para análise posterior;
  2. variedade: os dados podem ser estruturados e não estruturados, alguns exemplos são as mensagens, vídeos, sons e fotos;
  3. velocidade: permite o estudo de um fenômeno ou comportamento em tempo real para viabilizar a tomada de decisão;
  4. veracidade: indica a qualidade da informação coletada, afinal, se baseia em interações; 
  5. valor: além da ampla disponibilidade de informações, é essencial compreender esse conteúdo para gerar valor para o negócio.

Através da análise dos dados, é possível obter informações precisas sobre logística. Em outras palavras, dados estão normalmente na forma bruta, representados por palavras e/ou números que por si só não dizem muita coisa! Considerando o tratamento desses dados, como as correlações e segmentações, por exemplo, conseguimos obter informações importantes.

Isoladamente os dados não têm tanta relevância, mas são uma fonte de informação muito importante. Estudar os dados para ter melhores ações é a chave. É possível correlacionar alguns produtos com outros e descobrir que, num exemplo muito simples, dá para verificar o que vende mais num determinado horário do dia ou ainda, período do mês e ano. 

Além disso, é possível descobrir quais itens estão mais presentes nas compras com maior ou menor valor total. Ou seja, diversas informações podem ser extraídas do Big Data!

O big data é considerado hoje o principal integrador de informações. Para a logística, a aplicação se refere a conectar de forma automática as informações de venda para que o processo de separação de materiais e expedição dos pedidos seja mais rápido.

E mais, com o registro de todo o processo, estatísticas podem ser criadas, possibilitando assim verificar, por exemplo, qual produto mais saiu do estoque em determinado período, o que ajuda no planejamento de compra de matéria-prima.

Como aplicar Big Data na Logística

O resultado do trabalho que mencionamos acima permite que as organizações tenham condições de conhecer melhor o seu negócio e seus clientes. O bom uso disso aumenta a eficiência e gera vantagem e diferencial competitivo no seu segmento de atuação.

Big Data na Logística não muda muito essa lógica, avaliando o cotidiano operacional de um Operador Logístico também torna possível observar o grande volume de dados. Para exemplificar, cito de forma básica um fluxo logístico interno: 1.Receber Pedido > 2. Coletar Itens > 3. Conferir Itens > 4. Embalar Pedido

1. Receber Pedido: Cliente do Operador Logístico ou cliente final seleciona o(s) produto(s), quantidade(s) e informa o local de entrega, geralmente via sistema;

2. Coletar Itens: Com o pedido em mãos o colaborador do Operador identifica o endereço do(s) item(s) no armazém, dirige-se até o local e coleta na quantidade solicitada. Itens que tem maior giro - Devem ser endereçados em locais de fácil acesso e, consequentemente menor necessidade de movimentos e tempo;

3. Conferir Itens: Com o pedido e os itens em mãos é realizada uma conferência para verificar se os produtos são de fato o que foi solicitado. Itens coletados errados - Avaliar a causa e implementar melhorias para evitar coletas erradas;

4. Embalar Pedido: Acondicionamento dos produtos dentro de embalagens e identificação para posterior transporte. Tamanho médio dos produtos - Utilizar embalagens que atendam ao tamanho médio dos pedidos, reduzindo desperdícios.

Em todas as etapas são realizados registros em sistema, desenhando um grande banco de dados. Foram listados acima alguns resultados que podem ser obtidos através do Big Data e convertidas em maior eficiência operacional. É claro que existem diversas outras informações que podem ser resultado de análises, tanto no âmbito operacional quanto no estratégico. O importante é saber aplicar esse conceito e gerar maior eficiência, diferencial e vantagem competitiva! 

3 Impactos do Big Data na logística

O Big Data deve ser visto como uma ferramenta extremamente valiosa quando bem utilizada e sabemos que pode resultar em melhorias significativas na qualidade dos serviços e na satisfação dos clientes.

1. Ajuda a traçar perfis de cliente

Atualmente, quanto maior a quantidade de informações sobre o mercado consumidor, melhor. Para além de dados demográficos, como o endereço da empresa e o seu segmento de atuação, é essencial conhecer o seu histórico de transações. Esses dados fornecem indicações de:

  • momento que há oscilação na procura;
  • como os produtos são usados;
  • qual é a frequência de reposição;
  • qual é a necessidade de pedidos personalizados.

2. Contribui para a antecipação das necessidades do consumidor

A partir de uma profunda compreensão do comportamento do cliente, o big data permite a melhoria do atendimento baseado na antecipação das demandas. O objetivo central nesse contexto é facilitar o trabalho do consumidor. Um dos exemplos mais claros é a gestão do estoque do cliente realizada pelo fornecedor. Esse método também é conhecido como Vendor Managed Inventory (VMI), e colabora para a programação do abastecimento, apenas conforme a necessidade.

3. Propicia a otimização das entregas

A distribuição de mercadorias demanda dedicação frente ao seu controle para assegurar que os pedidos sejam entregues dentro do prazo. Entretanto, durante o trajeto, o motorista está sujeito a mudanças na intensidade do trânsito, problemas mecânicos e falta de eficiência da rota. Nesse sentido, os sistemas de GPS e roteirização ajudam a acompanhar a entrega em tempo real e traçar o trajeto mais ágil até o destino.

Para que o big data na logística obtenha os resultados esperados, é essencial vencer a resistência contra a tecnologia. Esse resultado pode ser alcançado com a qualificação da equipe para o melhor aproveitamento dessa ferramenta.

Com o contexto que estamos, de um mundo cada vez mais digitalizado, isso é ainda mais urgente! 

Entre em contato conosco através do formulário, podemos agendar uma conversa sobre nossas soluções em logística a partir de tecnologias confiáveis, que tal? 


Inscreva-se e receba nossos artigos!

Tag
logística

O que é Big Data na logística?

O conceito de Big Data está presente no mercado é um dos termos relacionados à tecnologia de informação mais importantes da atualidade. As empresas têm recorrido ao programa big data para obter fontes confiáveis de dados, que podem ser utilizados na formulação de estratégias para melhorar o desempenho. 

O big data é considerado hoje o principal integrador de informações. Para a logística, a aplicação se refere a conectar de forma automática as informações de venda para que o processo de separação de materiais e expedição dos pedidos seja mais rápido.

E mais, com o registro de todo o processo, estatísticas podem ser criadas, possibilitando assim verificar, por exemplo, qual produto mais saiu do estoque em determinado período, o que ajuda no planejamento de compra de matéria-prima.

O que é Big Data na logística? 

Uma coisa é certa, mesmo que você não tenha conhecimento aprofundado de como o big data pode ser utilizado no cotidiano, é bem provável que já tenha visto a ferramenta em ação. Por exemplo, sabe aqueles anúncios em sites visitados que demonstram outros produtos que foram pesquisados anteriormente? 

Pois bem, esse é um dos usos mais simples para os dados coletados online.

O próprio já sugere uma definição, Big Data é uma grande massa de dados coletados provenientes de inúmeras fontes, principalmente da internet. A sua utilização tem o objetivo de melhorar a gestão e a performance de negócios no segmento logístico. O seu funcionamento depende de 5 pilares ou 5 V’s:

  1. volume: está relacionada a captura de um amplo volume de dados para análise posterior;
  2. variedade: os dados podem ser estruturados e não estruturados, alguns exemplos são as mensagens, vídeos, sons e fotos;
  3. velocidade: permite o estudo de um fenômeno ou comportamento em tempo real para viabilizar a tomada de decisão;
  4. veracidade: indica a qualidade da informação coletada, afinal, se baseia em interações; 
  5. valor: além da ampla disponibilidade de informações, é essencial compreender esse conteúdo para gerar valor para o negócio.

Através da análise dos dados, é possível obter informações precisas sobre logística. Em outras palavras, dados estão normalmente na forma bruta, representados por palavras e/ou números que por si só não dizem muita coisa! Considerando o tratamento desses dados, como as correlações e segmentações, por exemplo, conseguimos obter informações importantes.

Isoladamente os dados não têm tanta relevância, mas são uma fonte de informação muito importante. Estudar os dados para ter melhores ações é a chave. É possível correlacionar alguns produtos com outros e descobrir que, num exemplo muito simples, dá para verificar o que vende mais num determinado horário do dia ou ainda, período do mês e ano. 

Além disso, é possível descobrir quais itens estão mais presentes nas compras com maior ou menor valor total. Ou seja, diversas informações podem ser extraídas do Big Data!

O big data é considerado hoje o principal integrador de informações. Para a logística, a aplicação se refere a conectar de forma automática as informações de venda para que o processo de separação de materiais e expedição dos pedidos seja mais rápido.

E mais, com o registro de todo o processo, estatísticas podem ser criadas, possibilitando assim verificar, por exemplo, qual produto mais saiu do estoque em determinado período, o que ajuda no planejamento de compra de matéria-prima.

Como aplicar Big Data na Logística

O resultado do trabalho que mencionamos acima permite que as organizações tenham condições de conhecer melhor o seu negócio e seus clientes. O bom uso disso aumenta a eficiência e gera vantagem e diferencial competitivo no seu segmento de atuação.

Big Data na Logística não muda muito essa lógica, avaliando o cotidiano operacional de um Operador Logístico também torna possível observar o grande volume de dados. Para exemplificar, cito de forma básica um fluxo logístico interno: 1.Receber Pedido > 2. Coletar Itens > 3. Conferir Itens > 4. Embalar Pedido

1. Receber Pedido: Cliente do Operador Logístico ou cliente final seleciona o(s) produto(s), quantidade(s) e informa o local de entrega, geralmente via sistema;

2. Coletar Itens: Com o pedido em mãos o colaborador do Operador identifica o endereço do(s) item(s) no armazém, dirige-se até o local e coleta na quantidade solicitada. Itens que tem maior giro - Devem ser endereçados em locais de fácil acesso e, consequentemente menor necessidade de movimentos e tempo;

3. Conferir Itens: Com o pedido e os itens em mãos é realizada uma conferência para verificar se os produtos são de fato o que foi solicitado. Itens coletados errados - Avaliar a causa e implementar melhorias para evitar coletas erradas;

4. Embalar Pedido: Acondicionamento dos produtos dentro de embalagens e identificação para posterior transporte. Tamanho médio dos produtos - Utilizar embalagens que atendam ao tamanho médio dos pedidos, reduzindo desperdícios.

Em todas as etapas são realizados registros em sistema, desenhando um grande banco de dados. Foram listados acima alguns resultados que podem ser obtidos através do Big Data e convertidas em maior eficiência operacional. É claro que existem diversas outras informações que podem ser resultado de análises, tanto no âmbito operacional quanto no estratégico. O importante é saber aplicar esse conceito e gerar maior eficiência, diferencial e vantagem competitiva! 

3 Impactos do Big Data na logística

O Big Data deve ser visto como uma ferramenta extremamente valiosa quando bem utilizada e sabemos que pode resultar em melhorias significativas na qualidade dos serviços e na satisfação dos clientes.

1. Ajuda a traçar perfis de cliente

Atualmente, quanto maior a quantidade de informações sobre o mercado consumidor, melhor. Para além de dados demográficos, como o endereço da empresa e o seu segmento de atuação, é essencial conhecer o seu histórico de transações. Esses dados fornecem indicações de:

  • momento que há oscilação na procura;
  • como os produtos são usados;
  • qual é a frequência de reposição;
  • qual é a necessidade de pedidos personalizados.

2. Contribui para a antecipação das necessidades do consumidor

A partir de uma profunda compreensão do comportamento do cliente, o big data permite a melhoria do atendimento baseado na antecipação das demandas. O objetivo central nesse contexto é facilitar o trabalho do consumidor. Um dos exemplos mais claros é a gestão do estoque do cliente realizada pelo fornecedor. Esse método também é conhecido como Vendor Managed Inventory (VMI), e colabora para a programação do abastecimento, apenas conforme a necessidade.

3. Propicia a otimização das entregas

A distribuição de mercadorias demanda dedicação frente ao seu controle para assegurar que os pedidos sejam entregues dentro do prazo. Entretanto, durante o trajeto, o motorista está sujeito a mudanças na intensidade do trânsito, problemas mecânicos e falta de eficiência da rota. Nesse sentido, os sistemas de GPS e roteirização ajudam a acompanhar a entrega em tempo real e traçar o trajeto mais ágil até o destino.

Para que o big data na logística obtenha os resultados esperados, é essencial vencer a resistência contra a tecnologia. Esse resultado pode ser alcançado com a qualificação da equipe para o melhor aproveitamento dessa ferramenta.

Com o contexto que estamos, de um mundo cada vez mais digitalizado, isso é ainda mais urgente! 

Entre em contato conosco através do formulário, podemos agendar uma conversa sobre nossas soluções em logística a partir de tecnologias confiáveis, que tal? 


Preencha seus dados e acesse o e-book.

Tem alguma dúvida sobre Logística para E-Commerce?