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05
09
2021

Melhores práticas de logística no e-commerce

Tag
logística
logística para e-commerce
e-commerce

Existem diversas maneiras de atrair novos consumidores e é possível fazer isso de diversas formas com estratégias de logística eficazes.

Entre os fatores que garantem boa experiência de compra a novos consumidores estão: qualidade de serviço, disponibilidade do produto, informações claras e entregas dentro do prazo. Mas lembre-se: ir além pode destacar seu negócio ainda mais! Confira nossas dicas!

6 melhores práticas de logística no e-commerce

1. Planejamento de vendas e operações

Uma coisa é certa: por trás de todo resultado positivo há um planejamento bem definido. Dessa maneira, para garantir que uma empresa seja competitiva, faça um bom planejamento, mantenha a organização e o controle da sua operação logística e defina uma estratégia comercial que esteja devidamente alinhada com suas estratégias de logística.

Algumas etapas para ter um planejamento eficiente são: 

  • Atualização de dados: para elaborar um planejamento eficaz, atualizar os dados é o primeiro passo para ter sucesso, seja para aplicar um processo totalmente novo na empresa ou para reestruturar a cadeia de suprimentos. A atualização de dados deve ser sempre feita no fechamento mensal das vendas ou outro período mensurável definido. A análise de dados de um momento anterior pode ajudar a melhorar as vendas futuras do seu negócio. 
  • Planejamento de demanda e vendas: nesta etapa você terá uma previsão de vendas. Assim, o objetivo é elaborar um plano de vendas que indique o que realmente seu negócio está disposto a oferecer ao mercado em determinado período de acordo com a combinação de previsões estatísticas obtidas por meio de um histórico, além de outras informações fornecidas pela equipe de vendas, por exemplo.
  • Planejamento de produção e suprimentos: essa atividade é fundamental para definir os níveis desejados de estoque para cada família de produtos disponíveis no portfólio do seu negócio.
  • Reunião para dar início às ações: neste espaço, você irá formalizar o planejamento e disseminá-lo para toda a empresa. É fundamental que todas as equipes estejam alinhadas para que o planejamento não seja boicotado, ele precisa ser seguido à risca e, assim, os resultados não irão fugir do esperado. 

2. Controle de estoque

O estoque é um dos ativos mais valiosos de qualquer negócio. Nos setores de varejo, manufatura, food service e outros, os insumos e os produtos acabados vão representar a essência do negócio e, nesse sentido, a falta de controle de estoque pode comprometer sobretudo a sobrevivência do empreendimento.

Da mesma maneira, o estoque pode ser considerado como um passivo. Essa afirmação pode ser explicada pelo fato de que manter um estoque grande acarreta, em certa medida, inúmeros riscos para as empresas, sendo eles: risco de deterioração, roubo, danos, obsolescência ou perda, no caso de produtos perecíveis.

Dessa forma, a gestão de estoque é de grande importância para todas as empresas, independentemente de seu tamanho. Saber quando reabastecer certos itens, a necessidade de compra e produção, o preço de compra – assim como o de venda – é essencial para a manutenção das atividades, o que torna essa tarefa, além de complexa, muito delicada.

Para fazer a gestão de estoque, as empresas utilizam diferentes ferramentas, tais como controles manuais, planilhas, softwares ERP e, mais recentemente, aplicativos SaaS (Software as Service, ou software como serviço, em português).

Uma boa gestão de estoque é essencial para o funcionamento ideal de uma empresa, afinal, é o que controla quando você deve ou não comprar um determinado produto para seu depósito, além de COMO você deve organizá-lo dentro de sua empresa.

3. Embalagem e empacotamento

A importância da embalagem para os processos logísticos se deve principalmente ao fato de que ela está presente em todas as etapas logísticas. Desde a saída da empresa até quando chega ao cliente, ou seja, a embalagem desempenha um papel fundamental.

No entanto, ela precisa ser pensada seguindo aspectos como armazenamento, manuseio, movimentação interna e transporte.Nesse caso, se ela não for resistente o suficiente, a integridade dos produtos ficará comprometida, o possível é que haja um descontentamento do cliente que irá receber o produto. 

Porém, se ela for pesada (a nível excessivo) trará dificuldades não somente para o manuseio, como também gerará um aumento do custo de frete. Da mesma forma, ela necessita ter o mínimo possível de espaços vazios úteis, e assim garantindo que haja maior quantidade de produtos, com segurança, inserida em um mesmo espaço.

Uma boa embalagem abre espaço para que um consumidor fale da sua experiência com a marca para outras pessoas. Como consequência, pode haver um reconhecimento interessante para sua marca. 

4. Logística reversa

A logística reversa pode ser aplicada tanto no pré consumo quanto no pós. Logística reversa aplicada ao pré consumo está relacionada a defeitos de fabricação ou uso. Além disso, pode ser o caso de:

  • Avarias na embalagem ou no produto: em resumo, erros na emissão do pedido. Por exemplo: errar a quantidade ou o modelo solicitado;
  • Mercadorias em consignação: nesse caso, para teste antes da compra;
  • Término do prazo de validade antes do consumo: aqui, em caso de demora na entrega ao cliente final é um exemplo. 

A logística reversa pós-consumo, como é sugerido pelo próprio nome, é mais vinculada às questões ambientais, isso porque soluciona o problema encontrado por todos os clientes: o descarte de materiais que envolvem o ciclo de compra. Por exemplo, quando um produto não é mais útil ou possível de ser utilizado, certamente ele precisa ser descartado. Porém, muitos produtos podem emitir substâncias tóxicas ao meio ambiente e à saúde do homem, assim, a logística reversa pode dar um fim, incentivando os consumidores, a tomar decisões conscientes. Como aplicar a logística reversa no seu negócio? 

  • Apresente as características do produto no e-commerce;
  • Tenha uma política de troca descomplicada;
  • Monitore a incidência de devolução;
  • Tenha um planejamento logístico eficaz;
  • Tenha um atendimento qualificado.

Se for o caso de devolução de produto, tenha empatia. Afinal, cumprir os prazos e ter um bom parceiro logístico faz toda a diferença.

5. Otimização da cadeia de suprimentos

A gestão da cadeia de suprimentos é fundamental para identificar diversos pontos de atenção e fatores que podem ser otimizados em sua operação logística.

O objetivo é garantir uma cadeia produtiva mais rápida, reduzindo gastos e mantendo a qualidade do serviço vinculada às necessidades do consumidor moderno. Os novos consumidores são mais exigentes quanto ao que estão consumindo, dessa forma, atendimento com base em comunicação eficaz é a melhor maneira de impactar (positivamente) no mercado. 

  • Faça o mapeamento de todos os processos atuais;
  • Compartilhe informações com fornecedores;
  • Garanta a integração entre as áreas;
  • Aposte na integração logística para gerir a cadeia de suprimentos.

6. Uso de KPI’s para mensurar o desempenho da operação

Há profissionais de logística que ainda falham na hora de escolher os indicadores de desempenho (KPIs) e na medição de suas operações. Isso porque, muitas vezes, se concentram na resolução das questões do cotidiano, e acabam deixando de lado a avaliação dos números, ou melhor, deixam para depois. Nesse ponto, estão fadados a ficar presos no ciclo de cometer erros, estagnados na hora de diferenciar se a operação está realmente produtiva ou não, e nesses casos, dificilmente saberão onde e como melhorar.

A partir do uso de ferramentas que permitam mensurar o desempenho dos processos logísticos internos. Graças às soluções tecnológicas é possível acompanhar de perto cada etapa da operação logística. O sistema WMS envolve um banco de dados responsável por armazenar todas as informações, sendo capaz de fornecer as métricas em tempo real, seja em dispositivos móveis ou em monitores localizados estrategicamente no CD. O uso desse sistema permite que toda a equipe fique por dentro do que está acontecendo, podendo se auto-gerenciar e evitar erros e atrasos. Além disso, o software envolve também KPIs parametrizáveis, alinhados com as estratégias do seu negócio.

Assim, você irá definir com sucesso quais métricas são essenciais para o seu negócio e conseguirá acompanhá-las periodicamente.

Investir na logística como diferencial competitivo vai muito além de pensar somente no operacional. Hoje, as tecnologias na logística aplicadas ao seu negócio podem atrair consumidores. A Pier 8 tem soluções para seu negócio, entre em contato


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Existem diversas maneiras de atrair novos consumidores e é possível fazer isso de diversas formas com estratégias de logística eficazes.

Entre os fatores que garantem boa experiência de compra a novos consumidores estão: qualidade de serviço, disponibilidade do produto, informações claras e entregas dentro do prazo. Mas lembre-se: ir além pode destacar seu negócio ainda mais! Confira nossas dicas!

6 melhores práticas de logística no e-commerce

1. Planejamento de vendas e operações

Uma coisa é certa: por trás de todo resultado positivo há um planejamento bem definido. Dessa maneira, para garantir que uma empresa seja competitiva, faça um bom planejamento, mantenha a organização e o controle da sua operação logística e defina uma estratégia comercial que esteja devidamente alinhada com suas estratégias de logística.

Algumas etapas para ter um planejamento eficiente são: 

  • Atualização de dados: para elaborar um planejamento eficaz, atualizar os dados é o primeiro passo para ter sucesso, seja para aplicar um processo totalmente novo na empresa ou para reestruturar a cadeia de suprimentos. A atualização de dados deve ser sempre feita no fechamento mensal das vendas ou outro período mensurável definido. A análise de dados de um momento anterior pode ajudar a melhorar as vendas futuras do seu negócio. 
  • Planejamento de demanda e vendas: nesta etapa você terá uma previsão de vendas. Assim, o objetivo é elaborar um plano de vendas que indique o que realmente seu negócio está disposto a oferecer ao mercado em determinado período de acordo com a combinação de previsões estatísticas obtidas por meio de um histórico, além de outras informações fornecidas pela equipe de vendas, por exemplo.
  • Planejamento de produção e suprimentos: essa atividade é fundamental para definir os níveis desejados de estoque para cada família de produtos disponíveis no portfólio do seu negócio.
  • Reunião para dar início às ações: neste espaço, você irá formalizar o planejamento e disseminá-lo para toda a empresa. É fundamental que todas as equipes estejam alinhadas para que o planejamento não seja boicotado, ele precisa ser seguido à risca e, assim, os resultados não irão fugir do esperado. 

2. Controle de estoque

O estoque é um dos ativos mais valiosos de qualquer negócio. Nos setores de varejo, manufatura, food service e outros, os insumos e os produtos acabados vão representar a essência do negócio e, nesse sentido, a falta de controle de estoque pode comprometer sobretudo a sobrevivência do empreendimento.

Da mesma maneira, o estoque pode ser considerado como um passivo. Essa afirmação pode ser explicada pelo fato de que manter um estoque grande acarreta, em certa medida, inúmeros riscos para as empresas, sendo eles: risco de deterioração, roubo, danos, obsolescência ou perda, no caso de produtos perecíveis.

Dessa forma, a gestão de estoque é de grande importância para todas as empresas, independentemente de seu tamanho. Saber quando reabastecer certos itens, a necessidade de compra e produção, o preço de compra – assim como o de venda – é essencial para a manutenção das atividades, o que torna essa tarefa, além de complexa, muito delicada.

Para fazer a gestão de estoque, as empresas utilizam diferentes ferramentas, tais como controles manuais, planilhas, softwares ERP e, mais recentemente, aplicativos SaaS (Software as Service, ou software como serviço, em português).

Uma boa gestão de estoque é essencial para o funcionamento ideal de uma empresa, afinal, é o que controla quando você deve ou não comprar um determinado produto para seu depósito, além de COMO você deve organizá-lo dentro de sua empresa.

3. Embalagem e empacotamento

A importância da embalagem para os processos logísticos se deve principalmente ao fato de que ela está presente em todas as etapas logísticas. Desde a saída da empresa até quando chega ao cliente, ou seja, a embalagem desempenha um papel fundamental.

No entanto, ela precisa ser pensada seguindo aspectos como armazenamento, manuseio, movimentação interna e transporte.Nesse caso, se ela não for resistente o suficiente, a integridade dos produtos ficará comprometida, o possível é que haja um descontentamento do cliente que irá receber o produto. 

Porém, se ela for pesada (a nível excessivo) trará dificuldades não somente para o manuseio, como também gerará um aumento do custo de frete. Da mesma forma, ela necessita ter o mínimo possível de espaços vazios úteis, e assim garantindo que haja maior quantidade de produtos, com segurança, inserida em um mesmo espaço.

Uma boa embalagem abre espaço para que um consumidor fale da sua experiência com a marca para outras pessoas. Como consequência, pode haver um reconhecimento interessante para sua marca. 

4. Logística reversa

A logística reversa pode ser aplicada tanto no pré consumo quanto no pós. Logística reversa aplicada ao pré consumo está relacionada a defeitos de fabricação ou uso. Além disso, pode ser o caso de:

  • Avarias na embalagem ou no produto: em resumo, erros na emissão do pedido. Por exemplo: errar a quantidade ou o modelo solicitado;
  • Mercadorias em consignação: nesse caso, para teste antes da compra;
  • Término do prazo de validade antes do consumo: aqui, em caso de demora na entrega ao cliente final é um exemplo. 

A logística reversa pós-consumo, como é sugerido pelo próprio nome, é mais vinculada às questões ambientais, isso porque soluciona o problema encontrado por todos os clientes: o descarte de materiais que envolvem o ciclo de compra. Por exemplo, quando um produto não é mais útil ou possível de ser utilizado, certamente ele precisa ser descartado. Porém, muitos produtos podem emitir substâncias tóxicas ao meio ambiente e à saúde do homem, assim, a logística reversa pode dar um fim, incentivando os consumidores, a tomar decisões conscientes. Como aplicar a logística reversa no seu negócio? 

  • Apresente as características do produto no e-commerce;
  • Tenha uma política de troca descomplicada;
  • Monitore a incidência de devolução;
  • Tenha um planejamento logístico eficaz;
  • Tenha um atendimento qualificado.

Se for o caso de devolução de produto, tenha empatia. Afinal, cumprir os prazos e ter um bom parceiro logístico faz toda a diferença.

5. Otimização da cadeia de suprimentos

A gestão da cadeia de suprimentos é fundamental para identificar diversos pontos de atenção e fatores que podem ser otimizados em sua operação logística.

O objetivo é garantir uma cadeia produtiva mais rápida, reduzindo gastos e mantendo a qualidade do serviço vinculada às necessidades do consumidor moderno. Os novos consumidores são mais exigentes quanto ao que estão consumindo, dessa forma, atendimento com base em comunicação eficaz é a melhor maneira de impactar (positivamente) no mercado. 

  • Faça o mapeamento de todos os processos atuais;
  • Compartilhe informações com fornecedores;
  • Garanta a integração entre as áreas;
  • Aposte na integração logística para gerir a cadeia de suprimentos.

6. Uso de KPI’s para mensurar o desempenho da operação

Há profissionais de logística que ainda falham na hora de escolher os indicadores de desempenho (KPIs) e na medição de suas operações. Isso porque, muitas vezes, se concentram na resolução das questões do cotidiano, e acabam deixando de lado a avaliação dos números, ou melhor, deixam para depois. Nesse ponto, estão fadados a ficar presos no ciclo de cometer erros, estagnados na hora de diferenciar se a operação está realmente produtiva ou não, e nesses casos, dificilmente saberão onde e como melhorar.

A partir do uso de ferramentas que permitam mensurar o desempenho dos processos logísticos internos. Graças às soluções tecnológicas é possível acompanhar de perto cada etapa da operação logística. O sistema WMS envolve um banco de dados responsável por armazenar todas as informações, sendo capaz de fornecer as métricas em tempo real, seja em dispositivos móveis ou em monitores localizados estrategicamente no CD. O uso desse sistema permite que toda a equipe fique por dentro do que está acontecendo, podendo se auto-gerenciar e evitar erros e atrasos. Além disso, o software envolve também KPIs parametrizáveis, alinhados com as estratégias do seu negócio.

Assim, você irá definir com sucesso quais métricas são essenciais para o seu negócio e conseguirá acompanhá-las periodicamente.

Investir na logística como diferencial competitivo vai muito além de pensar somente no operacional. Hoje, as tecnologias na logística aplicadas ao seu negócio podem atrair consumidores. A Pier 8 tem soluções para seu negócio, entre em contato


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