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21
01
2021

Logística de vacinação: entenda como funciona

Tag
logística

Como não poderia ser diferente, a vacina é pauta em todos os lugares do mundo (sem exagero). No entanto, é essencial reconhecer que, para iniciar um processo de vacinação em massa é fundamental planejar com detalhes as ações logísticas, sanitárias e operacionais, principalmente considerando especificidades do nosso país (dimensão continental e desigualdades sociais).

As expectativas em torno da vacina são muitas, sobretudo porque realmente ninguém aguenta mais essa pandemia, as indignações sobre como este processo está se dando é uma realidade que tem causado cansaço e fadiga, para dizer o mínimo, do que os brasileiros têm experimentado nesses meses de pandemia.

Logística de vacinação: principais etapas

Etapa 1: Distribuição

Essa não é apenas a primeira fase da logística de vacinação, como também a mais importante. É aqui que é definida a quantidade de vacinas que cada estado irá receber, além dos locais onde as vacinas serão aplicadas na população.

Nessa etapa, é crucial que haja proporcionalidade de vacinas nos maiores estados da federação, que, por dados estatísticos, têm sido os mais afetados pela pandemia, Certamente esses números estão relacionados ao grande volume populacional, que também por ser maior estão mais sujeitos a irresponsabilidade das pessoas.

Outro fator importante: antes das vacinas chegarem aos seus respectivos destinos, é fundamental que todo o processo seja acompanhado por forças de segurança para garantir a preservação dos imunizantes, além de assegurar a integridade dos responsáveis por transportá-las, sobretudo, na utilização dos modais rodoviários de transporte.

Além disso, essa etapa do planejamento logístico, considera importantíssimo analisar as estruturas dos estados, assim como seus respectivos municípios, no que se trata da capacidade de armazenamento disponível para cada tipo de imunizante.

Etapa 2: Transporte 

Sendo a vacina aprovada, seja em regime de uso definitivo ou emergencial, é necessário que ela chegue aos locais de aplicação. Nessa etapa, é essencial definir os modais de transporte mais adequados para cada localidade, respaldados nos pilares: rapidez e eficiência.

Além disso, mais importante ainda (se é que podemos dizer isso) é que modais logísticos escolhidos consigam transportar os imunizantes nas condições ideais requeridas pelas fabricantes, principalmente observando a temperatura que é recomendada.

Se tratando do Brasil, país com dimensões continentais, diferentes modais logísticos devem ser apropriados para suprir a necessidade dos estados, e assim transportar as vacinas até os locais de uso, sobretudo, as regiões mais remotas e de difícil acesso, como o Amazonas e Pará.

O mais indicado, para essa fase, é que sejam utilizadas ferramentas logísticas que otimizem o transporte dos imunizantes até seu destino final: tecnologias de otimização de rotas, monitoramento e rastreamento, para maior controle do processo.

Etapa 3: Armazenamento 

Quando as vacinas são recebidas nos centros de aplicação, precisam também ser armazenadas até que a população seja vacinada. Podemos considerar esta, uma das etapas mais sensíveis, que demanda mais atenção, da logística de vacinação. 

Aqui, é essencial que a rede de frios, ou seja, os refrigeradores onde as vacinas serão preservadas, sejam adequados, assegurando sua qualidade até que sejam aplicadas na população de determinada localidade. 

O Brasil tem uma rede de frios padronizada e bem estabelecida para os tipos de imunizantes utilizados todos os anos, assim, é possível ter mais facilidade nos processos operacionais e promover maior agilidade na vacinação para todos.

Importante: há algumas vacinas anti-covid que possuem características específicas de armazenamento. É bem provável que essas vacinas (vacinas de RNA) sejam adquiridas em menor volume em nosso país, sobretudo pensando que a rede de frios nacional não consegue comportá-las em grandes volumes.

Etapa 4: Aplicação

Essa é a tão esperada etapa da pandemia: a vacinação. Sendo a última etapa da logística de vacinação, aqui há o transporte de insumos, equipes hospitalares, responsáveis pela aplicação e outros profissionais necessários direta ou indiretamente.

Além disso, a logística irá auxiliar na preparação da rede pública de transporte nos dias agendados para a vacinação, aumentando o quantitativo de veículos disponíveis, o planejamento de tráfego nas proximidades dos locais onde pessoas serão vacinadas, além de sinalizações claras nas ruas das cidades.

Diante de todos esses desafios, ficou claro o quão fundamental é um processo logístico estruturado, organizado e que seja eficiente para promover a distribuição assertiva das vacinas. 

Logística de vacinação: como ter sucesso no Transporte 

As vacinas são compostas por partículas inofensivas de bactérias ou vírus, diante disso, tratam-se de materiais sensíveis que demandam extremo cuidado em sua manipulação. De sua saída do laboratório à entrega às farmácias ou unidades de saúde – e, em seguida, aos pacientes –, elas devem ser protegidas para que não sofram nenhum dano ou variação térmica. Afinal, são situações que podem acabar com a eficácia do medicamento e, como consequência, prejudicar a saúde dos futuros pacientes.

Diante disso, o material deve ser transportado sempre numa caixa isotérmica para protegê-los do contato com o ambiente externo. Embora não seja obrigatório, o uso de veículos refrigerados é fundamental como contingência, isso porque os isopores têm tempo limitado de proteção e uma viagem, muitas vezes, pode se tornar mais longa que o esperado. Listamos esses cuidados essenciais no Transporte de Vacinas. Acompanhe: 

  • Não deixar as vacinas por muito tempo na caixa de isopor, já que a isoterma dura por apenas algumas horas;
  • Reservar as vacinas em uma geladeira, desde que se certifique de que a temperatura esteja entre 2 e 8 ºC;
  • Nunca armazená-las nas prateleiras localizadas na porta dos refrigeradores, pois esta parte é mais suscetível ao aquecimento;
  • Não deixe o medicamento em contato diretamente com o gelo. A temperatura pode cair demais, a ponto de tornar a vacina ineficaz;
  •  Pelo mesmo motivo destacado acima, nunca colocar num congelador.

Tecnologia e softwares para gestão

Esse ponto é extremamente relevante quando o assunto é armazenagem hospitalar. O uso de um Sistema de Gestão Logística e outras tecnologias que permitam controlar todo o processo logístico faz toda a diferença no setor da saúde

Independentemente do tamanho da unidade de saúde ou do número de pacientes atendidos diariamente, a armazenagem de medicamentos, realizada de maneira correta, é o que vai dar credibilidade ao serviço prestado pela instituição.

Diante disso, é importante destacar que hospitais, clínicas e laboratórios devem contar sempre com suporte de um serviço terceirizado de logística

Essa parceria logística vai permitir que os hospitais cumpram seu papel social de forma tranquila, sempre zelando pela vida de quem precisa e pelo crescimento financeiro do negócio. A Pier 8 é a solução para processos logísticos sem falhas. 



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logística

Logística de vacinação: entenda como funciona

Como não poderia ser diferente, a vacina é pauta em todos os lugares do mundo (sem exagero). No entanto, é essencial reconhecer que, para iniciar um processo de vacinação em massa é fundamental planejar com detalhes as ações logísticas, sanitárias e operacionais, principalmente considerando especificidades do nosso país (dimensão continental e desigualdades sociais).

As expectativas em torno da vacina são muitas, sobretudo porque realmente ninguém aguenta mais essa pandemia, as indignações sobre como este processo está se dando é uma realidade que tem causado cansaço e fadiga, para dizer o mínimo, do que os brasileiros têm experimentado nesses meses de pandemia.

Logística de vacinação: principais etapas

Etapa 1: Distribuição

Essa não é apenas a primeira fase da logística de vacinação, como também a mais importante. É aqui que é definida a quantidade de vacinas que cada estado irá receber, além dos locais onde as vacinas serão aplicadas na população.

Nessa etapa, é crucial que haja proporcionalidade de vacinas nos maiores estados da federação, que, por dados estatísticos, têm sido os mais afetados pela pandemia, Certamente esses números estão relacionados ao grande volume populacional, que também por ser maior estão mais sujeitos a irresponsabilidade das pessoas.

Outro fator importante: antes das vacinas chegarem aos seus respectivos destinos, é fundamental que todo o processo seja acompanhado por forças de segurança para garantir a preservação dos imunizantes, além de assegurar a integridade dos responsáveis por transportá-las, sobretudo, na utilização dos modais rodoviários de transporte.

Além disso, essa etapa do planejamento logístico, considera importantíssimo analisar as estruturas dos estados, assim como seus respectivos municípios, no que se trata da capacidade de armazenamento disponível para cada tipo de imunizante.

Etapa 2: Transporte 

Sendo a vacina aprovada, seja em regime de uso definitivo ou emergencial, é necessário que ela chegue aos locais de aplicação. Nessa etapa, é essencial definir os modais de transporte mais adequados para cada localidade, respaldados nos pilares: rapidez e eficiência.

Além disso, mais importante ainda (se é que podemos dizer isso) é que modais logísticos escolhidos consigam transportar os imunizantes nas condições ideais requeridas pelas fabricantes, principalmente observando a temperatura que é recomendada.

Se tratando do Brasil, país com dimensões continentais, diferentes modais logísticos devem ser apropriados para suprir a necessidade dos estados, e assim transportar as vacinas até os locais de uso, sobretudo, as regiões mais remotas e de difícil acesso, como o Amazonas e Pará.

O mais indicado, para essa fase, é que sejam utilizadas ferramentas logísticas que otimizem o transporte dos imunizantes até seu destino final: tecnologias de otimização de rotas, monitoramento e rastreamento, para maior controle do processo.

Etapa 3: Armazenamento 

Quando as vacinas são recebidas nos centros de aplicação, precisam também ser armazenadas até que a população seja vacinada. Podemos considerar esta, uma das etapas mais sensíveis, que demanda mais atenção, da logística de vacinação. 

Aqui, é essencial que a rede de frios, ou seja, os refrigeradores onde as vacinas serão preservadas, sejam adequados, assegurando sua qualidade até que sejam aplicadas na população de determinada localidade. 

O Brasil tem uma rede de frios padronizada e bem estabelecida para os tipos de imunizantes utilizados todos os anos, assim, é possível ter mais facilidade nos processos operacionais e promover maior agilidade na vacinação para todos.

Importante: há algumas vacinas anti-covid que possuem características específicas de armazenamento. É bem provável que essas vacinas (vacinas de RNA) sejam adquiridas em menor volume em nosso país, sobretudo pensando que a rede de frios nacional não consegue comportá-las em grandes volumes.

Etapa 4: Aplicação

Essa é a tão esperada etapa da pandemia: a vacinação. Sendo a última etapa da logística de vacinação, aqui há o transporte de insumos, equipes hospitalares, responsáveis pela aplicação e outros profissionais necessários direta ou indiretamente.

Além disso, a logística irá auxiliar na preparação da rede pública de transporte nos dias agendados para a vacinação, aumentando o quantitativo de veículos disponíveis, o planejamento de tráfego nas proximidades dos locais onde pessoas serão vacinadas, além de sinalizações claras nas ruas das cidades.

Diante de todos esses desafios, ficou claro o quão fundamental é um processo logístico estruturado, organizado e que seja eficiente para promover a distribuição assertiva das vacinas. 

Logística de vacinação: como ter sucesso no Transporte 

As vacinas são compostas por partículas inofensivas de bactérias ou vírus, diante disso, tratam-se de materiais sensíveis que demandam extremo cuidado em sua manipulação. De sua saída do laboratório à entrega às farmácias ou unidades de saúde – e, em seguida, aos pacientes –, elas devem ser protegidas para que não sofram nenhum dano ou variação térmica. Afinal, são situações que podem acabar com a eficácia do medicamento e, como consequência, prejudicar a saúde dos futuros pacientes.

Diante disso, o material deve ser transportado sempre numa caixa isotérmica para protegê-los do contato com o ambiente externo. Embora não seja obrigatório, o uso de veículos refrigerados é fundamental como contingência, isso porque os isopores têm tempo limitado de proteção e uma viagem, muitas vezes, pode se tornar mais longa que o esperado. Listamos esses cuidados essenciais no Transporte de Vacinas. Acompanhe: 

  • Não deixar as vacinas por muito tempo na caixa de isopor, já que a isoterma dura por apenas algumas horas;
  • Reservar as vacinas em uma geladeira, desde que se certifique de que a temperatura esteja entre 2 e 8 ºC;
  • Nunca armazená-las nas prateleiras localizadas na porta dos refrigeradores, pois esta parte é mais suscetível ao aquecimento;
  • Não deixe o medicamento em contato diretamente com o gelo. A temperatura pode cair demais, a ponto de tornar a vacina ineficaz;
  •  Pelo mesmo motivo destacado acima, nunca colocar num congelador.

Tecnologia e softwares para gestão

Esse ponto é extremamente relevante quando o assunto é armazenagem hospitalar. O uso de um Sistema de Gestão Logística e outras tecnologias que permitam controlar todo o processo logístico faz toda a diferença no setor da saúde

Independentemente do tamanho da unidade de saúde ou do número de pacientes atendidos diariamente, a armazenagem de medicamentos, realizada de maneira correta, é o que vai dar credibilidade ao serviço prestado pela instituição.

Diante disso, é importante destacar que hospitais, clínicas e laboratórios devem contar sempre com suporte de um serviço terceirizado de logística

Essa parceria logística vai permitir que os hospitais cumpram seu papel social de forma tranquila, sempre zelando pela vida de quem precisa e pelo crescimento financeiro do negócio. A Pier 8 é a solução para processos logísticos sem falhas. 



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