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08
07
2020

Entenda em qual etapa está a Economia frente ao Coronavírus

Coronavirus

Ufa, superar este ano não está sendo fácil. 2020 começou de maneira muito apreensiva no mundo todo, afinal, uma nova doença que atinge todas as idades — porém desdobra em estágios mais graves entre idosos ou pessoas com comorbidades físicas — surgiu, e desde então a vida de milhares de pessoas foi comprometida. 


Além disso, de causar instabilidade no sistema de saúde do mundo todo, os efeitos do coronavírus também foram sentidos na economia como um todo. Ao atingir o Brasil, diversas medidas de contenção foram tomadas, entre elas, a mais impactante está relacionada às restrições de funcionamento de estabelecimentos comerciais, o que gerou uma grande alteração no modelo econômico e, até mesmo, social. 


Entretanto, não é fácil pensar em uma solução para esta situação para além do isolamento social. Mas e agora? Até quando vamos sentir os efeitos do coronavírus na economia? Em qual etapa nós estamos nesta pandemia

Economia e Coronavírus: como funcionam as Pandemias

Entenda em qual etapa está a Economia frente ao Coronavírus

Certamente não é a primeira vez que uma pandemia se espalha pelo mundo, tanto nesta quanto em décadas passadas os seres humanos tiveram que conviver com alguns tipos de doenças que, inclusive, eram piores que o COVID-19. Por outro lado, não existia tecnologia e informação para combater esse tipo de doença como existe hoje.


Se voltarmos no tempo, você poderá encontrar nos livros de história que já existiu a Peste-Negra (1346) e gripe russa (1889), por exemplo. No entanto, a que mais marcou foi a gripe espanhola que matou cerca de 50 milhões de pessoas no período pós Primeira Guerra, por volta dos anos de 1918.


Junto a pandemia de COVID-19 veio como desdobramento o agravamento econômico de muitos países. Além disso, a doença não escolhia idade das suas vítimas, desta maneira, em alguns países, ocorreu uma redução significativa da mão de obra, o que também impactou de maneira negativa a economia.


Após isso, variações dessa mesma doença e outras que surgiram, sobretudo, no continente asiático também causaram impactos negativos na economia, porém que não chegaram a assolar o Brasil de forma direta como ocorreu com a crise do COVID-19.

Pandemia de COVID-19: entenda os impactos na economia brasileira

Há uma pergunta presente em todos os lugares que não quer calar: afinal, até quando o Brasil sentirá os efeitos do coronavírus? Os impactos que a COVID 19 causa a uma economia semelhante ao Brasil podem ser os mais diversos. Entre eles estão: rupturas operacionais, dificuldade de encontrar fornecedores, desemprego, redução no consumo, entre outros desdobramentos. São efeitos da dinâmica econômica que têm um reflexo direto no Produto Interno Bruto (PIB).

De acordo com estudos publicados nos últimos meses, para cada mês de isolamento social pode-se reduzir um ponto no PIB do país. Por outro lado, além disso, a estagnação da economia gera prejuízos para setores específicos.


Um exemplo disso é o setor de aviação civil mundial. Segundo um levantamento da BBC, é estimado que o prejuízo no mundo seja de aproximadamente de 113 bilhões de dólares. Por outro lado, espera-se um grande aumento no consumo de produtos essenciais e higiene pessoal, principalmente, durante o período em que as pessoas ficarem isoladas em suas residências.


Os produtos alimentícios também não estão sofrendo um impacto tão significativo, sobretudo levando em consideração que as pessoas continuam consumindo esses produtos. Há também o caso dos produtos de origem farmacêutica, que também não terão um impacto tão exorbitante quanto outros segmentos do mercado. Nesse sentido, uma fração da cadeia logística pode não ser prejudicada, levando em conta a necessidade de escoar essas mercadorias por todo o território brasileiro.

Quais os efeitos do coronavírus na Bolsa de Valores

Entenda em qual etapa está a Economia frente ao Coronavírus

É chegada a hora de falarmos um pouco sobre os impactos da COVID-19 na Bolsa de Valores. O mês de Março foi marcado pela maior queda que os investidores, mesmo os mais antigos, testemunharam nas ações da Bolsa de Valores. O IBOVESPA, que já havia tendo um histórico de recordes de alta, chegando a incríveis 120.000 pontos, despencou 39,28% em pouco mais de um mês, alcançando aos patamares da crise política de 2015 e 2016.


Pessoas que se inseriram nesse mercado em 2019, e foram impulsionados pela dinâmica de crescimento e expansão que vinha ocorrendo, foram pegos de surpresa com a grande queda no índice, que foi reflexo das reduções abruptas que ocorreram no preço das ações. A Bolsa de Valores chegou a ter um processo conhecido por circuit breaker que, sem muita cerimônia trata-se do encerramento das operações por determinado período de tempo após uma grande queda.


Em somente uma semana foram contabilizados 4 circuit breaker, algo nunca visto por investidores brasileiros, nem sequer durante a crise do Subprime por volta dos anos de 2008, que também deu uma balançada significativa na economia.


Voltando o olhar para o mercado de câmbio, o dólar disparou e ultrapassou a cifra dos R$ 5,00 mesmo com constantes intervenções do Banco Central para evitar chegar neste patamar. Essa queda pegou muitas pessoas de surpresa, porém, alguns investidores que tinham uma quantidade de capital alocado em ativos externos da Bolsa de Valores observaram esse momento como uma oportunidade para comprar mais ações com preço inferior, dessa forma, melhorando o preço médio de suas posições.


Além disso, o mês de Abril também foi singular, afinal, mesmo com o agravamento da doença, os papéis e o próprio IBOVESPA começaram a dar sinais de recuperação. O índice teve o fechamento do mês na casa dos 80.000 pontos, influenciado pela valorização das ações das principais empresas brasileiras.


Nesse sentido, tanto a recuperação do otimismo do mercado e reaquecimento da economia é algo que pode, certamente, demorar algum tempo para acontecer, porém, à medida que acontece a liberação do retorno ao funcionamento de alguns setores, a economia retorna ao funcionamento da normalidade, o otimismo dos investidores começa a se recuperar e, como consequência, os demais setores passam a se reestruturar para essa nova estrutura econômica, na qual estamos imersos a partir desta pandemia.


Para concluir, podemos dizer que os efeitos do coronavírus na economia são bastante intensos, mas, tudo isso irá passar e aos poucos as atividades voltarão ao normal. No entanto, novas formas de execução das atividades serão criadas e a tecnologia terá um papel ainda mais importante no dia a dia das empresas, independentemente do segmento.


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