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Como aplicar Big Data na Logística

30.1.2020 16:17

O conceito Big Data está sendo bastante utilizado no mundo dos negócios. De acordo com a definição da IBM,  trata-se de grande volume de dados cada vez mais relevantes nas informações extraídas deles.


O que significa  basicamente que através da análise dos dados, obtemos informações. Em outras palavras, dados estão normalmente na forma bruta, representados por palavras e/ou números que por si só não dizem muito coisa! Considerando o tratamento desses dados, como as correlações e segmentações por exemplo, conseguimos obter informações importantes.


Isoladamente os dados não tem tanta relevância, mas é uma fonte de informação muito importante. Estudar os dados para ter melhores ações é a chave. É possível correlacionar alguns produtos com outros e descobrir que, num exemplo muito simples dá para verificar o que vende mais num determinado horário do dia ou ainda, período do mês e ano. Além disso, é possível descobrir quais itens estão mais presentes nas compras com maior ou menor valor total. Ou seja, diversas informações podem ser extraídas do Big Data!

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Como aplicar Big Data na Logística

O resultado do trabalho que mencionamos acima permite que as organizações tenham condições de conhecer melhor o seu negócio e seus clientes. O bom uso disso aumenta a eficiência e gera vantagem e diferencial competitivo no seu segmento de atuação.


Big Data na Logística não muda muito essa lógica, avaliando o cotidiano operacional de um Operador Logístico também torna possível observar o grande volume de dados. Para exemplificar, cito de forma básica um fluxo logístico interno:


1.Receber Pedido > 2. Coletar Itens > 3. Conferir Itens > 4. Embalar Pedido


1. Receber Pedido: Cliente do Operador Logístico ou cliente final seleciona o(s) produto(s), quantidade(s) e informa o local de entrega, geralmente via sistema;

2. Coletar Itens: Com o pedido em mãos o colaborador do Operador identifica o endereço do(s) item(s) no armazém, dirige-se até o local e coleta na quantidade solicitada. Itens que tem maior giro - Devem ser endereçados em locais de fácil acesso e, consequentemente menor necessidade de movimentos e tempo;

3. Conferir Itens: Com o pedido e os itens em mãos é realizada uma conferência para verificar se os produtos são de fato o que foi solicitado. Itens coletados errados - Avaliar a causa e implementar melhorias para evitar coletas erradas;

4. Embalar Pedido: Acondicionamento dos produtos dentro de embalagens e identificação para posterior transporte.Tamanho médio dos produtos - Utilizar embalagens que atendam ao tamanho médio dos pedidos, reduzindo desperdícios.


Em todas as etapas são realizados registros em sistema, desenhando um grande banco de dados. Foram listados acima alguns resultados que podem ser obtidos através do Big Data e convertidas em maior eficiência operacional. É claro que existem diversas outras informações que podem ser resultado de análises, tanto no âmbito operacional quanto no estratégico. O importante é saber aplicar esse conceito e gerar maior eficiência, diferencial e vantagem competitiva! 

Leia também: Logística terceirizada é realidade para pequenos lojistas

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Até a próxima! 

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