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07
09
2021

5 práticas fundamentais na logística de e-commerce

Tag
e-commerce
logística para e-commerce

Vender online sem pensar na logística de e-commerce é estar fadado a enfraquecer as possibilidades para o seu negócio. Afinal, a logística agrega um conjunto de atividades organizacionais e de gestão que, em uma organização, é capaz de regularizar o fluxo de materiais (e suas relativas informações), desde a compra de fornecedores até a entrega dos produtos finalizados aos clientes.

Apesar da logística tratar-se de um administrativo comum ao varejo, no e-commerce ela possui algumas peculiaridades. Confira neste artigo, as 5 práticas fundamentais na logística de e-commerce

5 práticas logística de e-commerce

1. Ter as diferenças mínimas de estoque

O ato de ter diferenças mínimas entre o estoque existente e aquele que é oferecido ao cliente é uma pré-condição na qual diversos gestores não levam em consideração. Contudo, essa ação é capaz de evitar que um cliente, em vez de receber suas mercadorias encomendadas, receba um e-mail dizendo que o produto solicitado está em falta.

Quando isso acontece, a confiança do cliente com o seu e-commerce é quebrada. 

Pois, imediatamente, ele pensará que o seu negócio está desorganizado. Não esqueça que os tempos mudaram, o comportamento do novo consumidor o leva a acreditar que qualquer erro é fatal. Aliás, o seu concorrente está a apenas alguns cliques de você.

Além disso, ao ter alguns itens a mais no estoque traz como benefício o fato de que, algumas vezes, o produto pode estar avariado. Nesse caso, você precisará fazer a troca para o cliente (logística reversa).

2. Ter uma rígida classificação dos produtos

A codificação dos produtos que serão vendidos é fundamental para levar as mercadorias ao encontro do potencial cliente. Assim, eles são facilmente reconhecíveis e escolhidos com facilidade. Nesse processo, deve-se considerar os seguintes aspectos:

  • tipos de marca: ocasionais, reconhecidas, disponíveis em série etc.;
  • tipos de produto: categorias de produto, produtos de luxo, promoção, etc.;
  • faixa de preço;
  • entre outros.

Os produtos possuem o seu próprio ciclo de vida, e isso se expande de forma específica para cada um deles. Existem aqueles que precisam ser rapidamente reabastecidos, aqueles que possuem vendas dispersas e periódicas, outros que necessitam de um longo tempo de preparação, além disso, os que são comercializados mais rapidamente, e produtos que não vendem. 

Assim, fatores como preços, descontos, oportunidades de venda e queima de estoque estão inseridos entre todos esses elementos que devem ser atentamente considerados.

3. Não cometer erros de expedição

A gestão de 30 vendas na semana é diferente da gestão de 300 vendas num único dia, certo? 

Fato é que, os erros estarão sempre à espreita se a gestão não for cuidadosa e se não for feito o uso de ferramentas capazes de adequar da melhor maneira o inventário. Alguns detalhes para serem observados nesta etapa:

  • Relação de pacotes;
  • Seleção dos produtos;
  • Controle da conformidade;
  • Embalagem;
  • entre outros. 

Cada etapa descrita acima deve ser realizada com cuidado. No geral, é importante ficar atento ao processo de recebimento, entrada e armazenagem. As falhas podem acontecer justamente nesta etapa, como: 

  • recebimento de mercadorias erradas podem computar quantidades a mais ou a menos de produtos;
  • erros no endereçamento também podem gerar erros no momento de coletar os produtos.

4. Escolher bem como as mercadorias serão transportadas

Quando o produto é confiado à transportadora, ela se torna a responsável pela entrega. Contudo, aos olhos do cliente que pagou para receber o produto, a responsabilidade é sempre do vendedor.

Por conta disso, escolher a melhor maneira de entregar o produto é muito importante e, diante disso, devem ser avaliadas diversas condições. Por se tratar de um serviço terceirizado e ter certas garantias diante de um pagamento, você precisa aprender a solicitar as informações corretas, a contratar e a avaliar a qualidade do serviço.

5. Escolher bem as embalagens

A escolha das embalagens é outra etapa fundamental do processo de logística de e-commerce, afinal, ela é que vai armazenar o produto enquanto ele é transportado. Funciona seguinte maneira: 

  • o custo do transporte é baseado na relação peso/volume, logo, significa que será necessário estudar a embalagem ideal para cada objeto;
  • o armazenamento adequado dos produtos frágeis garante a integridade no transporte, lembre-se: não basta escrever “frágil” na embalagem;
  • a embalagem também tem o papel de “conversar com o cliente’’; além dela ser capaz de mostrar sua marca, também deve ser considerada um instrumento de marketing.

De que forma a embalagem impacta os processos logísticos?

Para concluir, basicamente, pode-se dizer que a importância da embalagem para os processos logísticos se deve principalmente ao fato de que ela está presente em todas as etapas logísticas. É possível encontrar função para tal recurso desde a saída da empresa até quando chega ao cliente, ou seja, a embalagem desempenha um papel central para o processo logístico.

No entanto, ela precisa ser pensada seguindo aspectos como armazenamento, manuseio, movimentação interna e transporte. Dessa forma, se ela não for resistente o suficiente, a integridade dos produtos ficará comprometida, e o cliente final pode descontentar-se ao receber o produto. 

Porém, se ela for pesada (a nível excessivo) trará dificuldades não apenas na hora de manusear o produto, como também gerará um aumento do custo de frete. Da mesma forma, ela necessita ter o mínimo possível de espaços vazios úteis, e assim poderá garantir que haja maior quantidade de produtos, com segurança, inserida em um mesmo espaço.

Portanto, pense que a embalagem deve gerar impactos no tempo de entrega ao cliente, nos custos logísticos, na redução de perdas e no nível de serviço que é oferecido. Ela deve ser ideal para o seu tipo de negócio, por isso, conheça a sua audiência e conte com o apoio de empresas especializadas em logística, como a Pier 8! 

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5 práticas fundamentais na logística de e-commerce

Vender online sem pensar na logística de e-commerce é estar fadado a enfraquecer as possibilidades para o seu negócio. Afinal, a logística agrega um conjunto de atividades organizacionais e de gestão que, em uma organização, é capaz de regularizar o fluxo de materiais (e suas relativas informações), desde a compra de fornecedores até a entrega dos produtos finalizados aos clientes.

Apesar da logística tratar-se de um administrativo comum ao varejo, no e-commerce ela possui algumas peculiaridades. Confira neste artigo, as 5 práticas fundamentais na logística de e-commerce

5 práticas logística de e-commerce

1. Ter as diferenças mínimas de estoque

O ato de ter diferenças mínimas entre o estoque existente e aquele que é oferecido ao cliente é uma pré-condição na qual diversos gestores não levam em consideração. Contudo, essa ação é capaz de evitar que um cliente, em vez de receber suas mercadorias encomendadas, receba um e-mail dizendo que o produto solicitado está em falta.

Quando isso acontece, a confiança do cliente com o seu e-commerce é quebrada. 

Pois, imediatamente, ele pensará que o seu negócio está desorganizado. Não esqueça que os tempos mudaram, o comportamento do novo consumidor o leva a acreditar que qualquer erro é fatal. Aliás, o seu concorrente está a apenas alguns cliques de você.

Além disso, ao ter alguns itens a mais no estoque traz como benefício o fato de que, algumas vezes, o produto pode estar avariado. Nesse caso, você precisará fazer a troca para o cliente (logística reversa).

2. Ter uma rígida classificação dos produtos

A codificação dos produtos que serão vendidos é fundamental para levar as mercadorias ao encontro do potencial cliente. Assim, eles são facilmente reconhecíveis e escolhidos com facilidade. Nesse processo, deve-se considerar os seguintes aspectos:

  • tipos de marca: ocasionais, reconhecidas, disponíveis em série etc.;
  • tipos de produto: categorias de produto, produtos de luxo, promoção, etc.;
  • faixa de preço;
  • entre outros.

Os produtos possuem o seu próprio ciclo de vida, e isso se expande de forma específica para cada um deles. Existem aqueles que precisam ser rapidamente reabastecidos, aqueles que possuem vendas dispersas e periódicas, outros que necessitam de um longo tempo de preparação, além disso, os que são comercializados mais rapidamente, e produtos que não vendem. 

Assim, fatores como preços, descontos, oportunidades de venda e queima de estoque estão inseridos entre todos esses elementos que devem ser atentamente considerados.

3. Não cometer erros de expedição

A gestão de 30 vendas na semana é diferente da gestão de 300 vendas num único dia, certo? 

Fato é que, os erros estarão sempre à espreita se a gestão não for cuidadosa e se não for feito o uso de ferramentas capazes de adequar da melhor maneira o inventário. Alguns detalhes para serem observados nesta etapa:

  • Relação de pacotes;
  • Seleção dos produtos;
  • Controle da conformidade;
  • Embalagem;
  • entre outros. 

Cada etapa descrita acima deve ser realizada com cuidado. No geral, é importante ficar atento ao processo de recebimento, entrada e armazenagem. As falhas podem acontecer justamente nesta etapa, como: 

  • recebimento de mercadorias erradas podem computar quantidades a mais ou a menos de produtos;
  • erros no endereçamento também podem gerar erros no momento de coletar os produtos.

4. Escolher bem como as mercadorias serão transportadas

Quando o produto é confiado à transportadora, ela se torna a responsável pela entrega. Contudo, aos olhos do cliente que pagou para receber o produto, a responsabilidade é sempre do vendedor.

Por conta disso, escolher a melhor maneira de entregar o produto é muito importante e, diante disso, devem ser avaliadas diversas condições. Por se tratar de um serviço terceirizado e ter certas garantias diante de um pagamento, você precisa aprender a solicitar as informações corretas, a contratar e a avaliar a qualidade do serviço.

5. Escolher bem as embalagens

A escolha das embalagens é outra etapa fundamental do processo de logística de e-commerce, afinal, ela é que vai armazenar o produto enquanto ele é transportado. Funciona seguinte maneira: 

  • o custo do transporte é baseado na relação peso/volume, logo, significa que será necessário estudar a embalagem ideal para cada objeto;
  • o armazenamento adequado dos produtos frágeis garante a integridade no transporte, lembre-se: não basta escrever “frágil” na embalagem;
  • a embalagem também tem o papel de “conversar com o cliente’’; além dela ser capaz de mostrar sua marca, também deve ser considerada um instrumento de marketing.

De que forma a embalagem impacta os processos logísticos?

Para concluir, basicamente, pode-se dizer que a importância da embalagem para os processos logísticos se deve principalmente ao fato de que ela está presente em todas as etapas logísticas. É possível encontrar função para tal recurso desde a saída da empresa até quando chega ao cliente, ou seja, a embalagem desempenha um papel central para o processo logístico.

No entanto, ela precisa ser pensada seguindo aspectos como armazenamento, manuseio, movimentação interna e transporte. Dessa forma, se ela não for resistente o suficiente, a integridade dos produtos ficará comprometida, e o cliente final pode descontentar-se ao receber o produto. 

Porém, se ela for pesada (a nível excessivo) trará dificuldades não apenas na hora de manusear o produto, como também gerará um aumento do custo de frete. Da mesma forma, ela necessita ter o mínimo possível de espaços vazios úteis, e assim poderá garantir que haja maior quantidade de produtos, com segurança, inserida em um mesmo espaço.

Portanto, pense que a embalagem deve gerar impactos no tempo de entrega ao cliente, nos custos logísticos, na redução de perdas e no nível de serviço que é oferecido. Ela deve ser ideal para o seu tipo de negócio, por isso, conheça a sua audiência e conte com o apoio de empresas especializadas em logística, como a Pier 8! 

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